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Saiba como evitar e tratar quelóides

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Cicatrizes são uma incógnita e podem incomodar quando se tornarn inestéticas. O problema se torna maior quando ocorre uma hipertrofia da cicatriz com formação de nódulos ou quelóide. De acordo com o cirurgião plástico Marcelo Assis, especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, o quelóide é um processo normal de cicatrização, mas que não para, resultando num nódulo grosso com dor e coceira no local. A cicatriz exagerada pode ser tratada através de procedimentos estéticos específicos ou prevenida com placas de silicone, fitas de corticóide e técnicas cirúrgicas menos invasivas.

“Esse tipo de cicatriz costuma ser um terror para alguns pacientes submetidos a procedimentos cirúrgicos como a cirurgia plástica. Algumas pessoas tem predisposição genética para formar quelóides como peles negras e asiáticas. Mas isso não é regra. Peles brancas também formam esse tipo de cicatriz”, informa o especialista.

Segundo Marcelo Assis existem três tipos de tratamentos para o quelóide:

Infiltração com corticóide: melhora de imediato os sintomas de coceira e dor. É realizada uma infiltração a cada três semanas até o nivelamento da cicatriz com a pele ao redor. Esse tipo de tratamento tem uma recidiva (retorno) do quelóide em torno de 70%.

Exérese (retirada) parcial do quelóide com infiltração de corticóide: excelente tratamento com custo baixo. A cicatriz é retirada parcialmente deixando em torno de 10% para “enganar” o quelóide. “Enganar o quelóide significa manter uma parte da cicatriz para evitar a reativação da mesma. Se a cicatriz for totalmente retirada, o quelóide se reativa ficando com o dobro do tamanho de antes do tratamento ”, explica. Após a retirada dos pontos é realizada infiltração de corticóide a cada três semanas até o nivelamento com a pele sã. O retorno do quelóide nesta técnica é de 30%.

Exérese total com betaterapia: técnica mais eficiente, mas com custo muito alto. É feita a retirada total da cicatriz e no mesmo dia é realizada uma sessão de betaterapia que são emissões de radioterapia local para conter o processo de cicatrização exagerada do quelóide. A taxa de recidiva desta técnica é de 10%.

O cirurgião destaca que alguns tipos de cicatrizes podem ser confundidas com quelóides como a cicatriz hipertrófica que tende a regredir num período de 18 meses e a cicatriz alargada, que ocorre quando a tensão sobre o corte é muito grande e alarga a cicatriz.

Clínica Marcelo Assis Cirurgia Plástica

www.marceloassis.com.br

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  • Pingback: Melhor Amiga()

  • katia

    Boa tarde!fiz uma cirurgia a seis meses,fiquei c/ uma cicatriz enorme,mas uma parte esta grossa e parece um queloide so que não coça,lendo o site de vcs fiquei na duvida.   

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