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Escolha qual o melhor modelo de cortina para sua casa

Postado em 12 de novembro de 2010 por sagostinho em Casa

Será que existe a cortina perfeita? Da definição do tecido à costura, arquitetos e decoradores não hesitam: o segredo está no acabamento e na qualidade dos materiais, noticia o site Casa. Aqui, sete profissionais revelam os truques do modelo impecável.

Caimento perfeito

“Cortina é como roupa: o caimento faz toda a diferença”, diz o arquiteto Roberto Migotto. Por isso, tecidos fluidos e de toque agradável, como a seda, são ótimas opções para a prega americana, costura que, segundo ele, cria um desenho sem excessos. É o caso dos modelos que vestem as portas-balcão desta sala. Cada uma das cortinas com xale combinou dois tipos de seda, de texturas e tons diferentes.Isto deixa o visual menos monótono”, ensina.

Modelos combinados

O designer de interiores Roberto Negrete se lembra da persiana metálica na janela da casa de sua avó. “É um modelo tradicional, que continuo usando em meus projetos. Gosto da forma como ele filtra a luz”, conta. Presa ao teto, a peça de alumínio Slim H 16 mm, aparece combinada com os xales fixos de organza de seda. “A sobreposição suaviza a frieza do metal.” Mais uma vez, a prega americana surge como a eleita. A costura chama a atenção pela barra alta.

Transparência natural

Pelo efeito translúcido e pela leveza, tecidos de fibras naturais, como o linho, são assíduos nas cortinas da arquiteta Débora Aguiar. “Acho que eles combinam melhor com nosso clima”, afirma. Para ela, a prega macho propõe um belo casamento com essa opção. “Esta costura gera um caimento natural e uma entrada de luz suave.” Aqui, Débora mesclou uma cortina de gaze de seda com um xale fixo de linho. Por baixo, instalou ainda o rolô de poliéster.

Tecido encorpado

Xales meramente decorativos não fazem parte dos projetos da arquiteta Zize Zink. “Minhas cortinas são funcionais e, de preferência, encorpadas. Por isso, costumo usar forro de tergal solto”, detalha. Além de protegê-lo do sol, o forro dá forma ao fino tecido usado neste modelo, o xantungue de seda. A prega americana endossa a opção por um visual clássico. “Ela produz um desenho rico.” Já a barra alta confere nobreza.

Aparência luxuosa

Para o arquiteto Jorge Elias, uma boa cortina tem de ter peso. “Não gosto de um visual murcho”, sentencia. Coerente com a proposta, o tafetá aparece como uma escolha freqüente. “Ele tem uma aparência sofisticada, que combina com as minhas decorações.” Mas não se trata de qualquer um. “Costumo usar um tafetá de seda quatro vezes mais espesso que o convencional, além de forro de flanela e tergal.” É o caso do modelo da foto. A prega americana oferece um caimento clássico, que não compete com a riqueza do pano.

Costura artesanal

Nos projetos do arquiteto Oscar Mikail, a pintura na parede define o tom da cortina. “Na área social, opto por cores semelhantes”, diz. Exigente com o acabamento, Oscar faz questão de que barra e laterais sejam arrematadas a mão. “Não gosto de enxergar os vestígios da costura.” A seda rústica sem brilho é a eleita para os xales,como no modelo da foto. “Para conseguir um bom caimento e estender a durabilidade deste tecido, mando forrá-lo com flanela e tergal.” Antes, vem o voal. Ambos costurados com a prega macho. “Ela gasta menos pano que a americana”, ensina.

Com moldura de madeira

Seda e voal compõem o par perfeito nas cortinas do decorador Fernando Piva. “Opto por tons contrastantes, uma solução que ressalta a combinação de panos. A seda vai sempre nos xales laterais fixos”, diz. Sintético e resistente, o voal é quem recebe diretamente o sol. Na peça da foto, ele não leva nenhum tipo de prega – surge apenas franzido pelo acúmulo do próprio tecido. Já os xales forrados de brim têm costura de prega macho. Um cortineiro de MDF pintado esconde o trilho. “Como uma moldura, esta caixa de madeira cria um visual limpo e bem contemporâneo.”