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Lata amassada não prejudica a qualidade dos produtos no seu interior

Há mais de 40 anos as latas de aço são produzidas com películas protetoras flexíveis que não permitem a contaminação do alimento

A maioria dos brasileiros acredita que alimentos conservados em latas de aço amassadas podem representar algum risco à saúde e deixam de comprar, promovendo, assim, um desperdício de produtos que poderiam ser consumidos sem problema algum. A Abeaço, Associação Brasileira de Embalagem de Aço, quebra esse mito e esclarece: a lata de aço possui uma película interna elástica que não se rompe e se molda à embalagem sem prejudicar a saudabilidade dos alimentos.

Há 40 anos, alguns alimentos como os mais ácidos, a exemplo os derivados do tomate, as latas eram revestidas com uma espécie de película rígida de verniz que não permitia o contato do alimento com o aço. Ao sofrer algum choque amassando as latas, esta película, por ser rígida, se rompia permitindo o contato do alimento direto com o ferro da embalagem, causando alteração na aparência e no gostodo alimento.

Essa película, com a evolução da tecnologia na produção de embalagens de aço, deixou de ser rígida e passou a ser flexível. Essa mudança garante que o alimento não entre em contato com o aço e, mesmo quando amassada, a lata não desprenda de seu corpo qualquer tipo de sabor ferroso residual.

São muitas as vantagens do consumo de enlatados. O primeiro deles é que a lata preserva 100% o sabor e todas as características nutricionais dos alimentos. A lata de aço é ainda capaz de preservar os alimentos por mais tempo, com vida de prateleira variando de 12 a 60 meses. Além de garantir segurança na alimentação, as latas também representam uma opção sustentável. Sendo 100% recicláveis, ajudam o meio ambiente, podendo ser reutilizadas para diferentes fins e infinitas vezes.

NÚMEROS: O mercado de latas de aço movimentou em 2010 R$ 4 bilhões de reais, o que representa 600 mil toneladas produzidas. Deste montante, 70% estão relacionados aos alimentos enlatados.

Maiores informações:no site www.abeaco.org.br

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