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Saiba como se comportar nas confraternizações de fim de ano

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Segredos de etiqueta para as confraternizações de fim de ano.

A consultora de etiqueta Ana Vaz destaca dicas para evitar comportamentos exagerados e o favorecimento da imagem pessoal e profissional

Será que eu posso dançar? Com que roupa devo ir? Posso contar uma piada? Dúvidas como essas sempre surgem antes de uma festa de confraternização da empresa no final do ano. Em tais comemorações são ressaltados os relacionamentos pessoais entre os funcionários a fim de celebrar o lado mais humano da organização. Apesar de mais informais, essas ocasiões ainda carregam muitas das formalidades do trabalho e, portanto, é preciso estar atento às regras de etiqueta e à imagem pessoal.

De acordo com a consultora de moda, imagem e etiqueta Ana Vaz, assim como em qualquer outra situação profissional, o comportamento em uma confraternização de empresa contará pontos para a imagem profissional de qualquer funcionário. Para que sejam positivos, valem como critérios pequenas regras de etiqueta. “É muito importante que as pessoas encarem a festa como um evento profissional para evitar exageros. Uma certa formalidade é ideal. Os profissionais não devem se expor demais, por isso os exageros e o comportamento casual, como se estivesse somente entre amigos, precisam ser evitados,” ressalta.

Para Ana, um ponto muito importante é saber que o local da confraternização faz toda a diferença não apenas no desenvolvimento da festa como também no comportamento dos convidados. Escolher um ambiente agradável e descolado na medida certa faz toda a diferença: os convidados devem se sentir à vontade sem esquecer que estão com pares, colegas, chefes e até clientes.

No dia da festa, uma das primeiras regras é a pontualidade. Chegar no horário é sempre muito importante, já que normalmente essas festas costumam ter um cronograma elaborado. “Perder partes da programação pode causar desapontamento aos organizadores, da chefia e/ou do grupo de funcionários. O ideal também é não dar apenas uma “passadinha” e nem chegar atrasado, pois isso pode mostrar descaso. O recomendado é ficar, em média, duas horas na festa. Tudo dependerá do clima. Recusar o convite também não é elegante. Se não puder ir, tem que ser por um motivo que realmente justifique”, explica Ana Vaz.

A escolha da roupa também é muito importante e merece toda atenção. Tudo vai depender do tipo da festa. “Se for um café da manhã, por exemplo, a roupa pode ser mais informal. Se for a noite, pode apostar em mais estampas e até um pouco de brilho, mas, no geral, o look feminino ideal para qualquer tipo de festa é o comportado. Barriga de fora, decotes exagerados e qualquer coisa que marque muito o corpo está descartado”, destaca a consultora.

Se a festa acontecer em um local e permite que a pessoa fique mais à vontade, como chácaras com piscina, a dica é levar em consideração o bom senso. Se for entrar na água, usar uma roupa de banho adequada, não muito cavada, no caso das mulheres os maiôs são ótimas opções e para os homens, bermudas são melhores que sungas..

As bebidas alcoólicas valem um capítulo à parte já que são um dos maiores responsáveis pelos escorregões no mundo corporativo. Evitar o consumo excessivo é essencial para não correr o risco de acabar com a boa reputação. Quem bebe demais pode acabar falando coisas inapropriadas e até denegrir a imagem de outras pessoas.

O tipo de conversa também deve ser observado. Não falar sobre coisas desagradáveis, como desgraças, temas polêmicos ou algo que possa ofender alguém, não é indicado. Outro assunto para passar longe são aquelas pequenas fofocas de trabalho. Sempre alguém pode escutar.

Para Ana Vaz, tais cuidados não devem significar que as confraternizações do trabalho sejam uma ocasião chata. Aliás, elas podem ser ótimas oportunidades para expandir o networking dentro da empresa. Só é importante lembrar que, durante a festa, qualquer deslize pode arranhar a boa imagem profissional que a pessoa construiu durante anos.

Amigo Secreto

Outro ponto que deixa os funcionários inseguros é a brincadeira praticada por muitas empresas no encerramento do ano, o amigo secreto. Participar para não ficar chato ou não participar para não ter o perigo de tirar o chefe como amigo? De acordo com Ana, a melhor saída é participar, até para reforçar o relacionamento com os colegas de trabalho. “Não é porque você tirou seu chefe como amigo secreto que precisa necessariamente dar um presente mais caro. Fique dentro das regras estabelecidas de valor e busque por um presente que tenha o perfil de seu chefe”, destaca a consultora de imageme etiqueta.

Ana Vaz, autora (com mais de 70 mil cópias vendidas), docente e palestrante das áreas de imagem pessoal e profissional, estilo, moda e etiqueta. Ana tem mais de 10 anos de profissão, com atuação na Inglaterra, México e em todo o Brasil. É especializada em Consultoria de Estilo & Imagem Pessoal e Análise de Cores pela Fisrt Impressions Image Consulting – uma das consultorias líderes do segmento no Reino Unido.

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