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Chocolate: uma boa fonte de vitaminas e minerais

chocolate

Muito popular na Páscoa, o seu consumo não deve ultrapassar 30 gramas ao dia e a versão meio amarga deve ser priorizada.
Com a Páscoa chegando, muita gente aproveita para reabastecer seu estoque de chocolate. De acordo com o endocrinologista do Lavoisier Medicina Diagnóstica, Mauro Scharf, o consumo moderado desta iguaria pode trazer vários benefícios nutricionais, já que o alimento, principalmente nas versões amargas, é fonte de nutrientes como cálcio, fósforo, proteínas e outros minerais necessários ao organismo.

Entretanto, o especialista também alerta para os excessos, já que segundo ele o consumo não deve ultrapassar as 30 gramas diárias. “Embora seja rico em nutrientes, o consumo do chocolate deve ser moderado porque pode provocar ganho de peso e distúrbios gastrointestinais como diarreia, náuseas e vômitos”, afirma o médico.

Outro benefício do chocolate é que ele é fonte de antioxidantes, que combatem os radicais livres e ajudam a diminuir o colesterol. Dr. Mauro também acrescenta que seu consumo leva ao estímulo da produção de serotonina, o que promove bem-estar e alivia a tensão. Porém, a ingestão em excesso atrapalha o emagrecimento e pode levar à dependência psicológica.

Embora os pequenos também gostem o doce, ele deve ser evitado por crianças com menos de um ano. O abuso do consumo pode causar diarreia e mal estar, levando à necessidade de suspensão imediata do chocolate e hidratação com líquidos. “Sintomas como coriza, urticária, tosse seca e mal estar devem ser monitorados para alertar sobre o limite da ingestão. Se houver desidratação, deve-se procurar um hospital”, comenta o especialista.

Os pais também devem se atentar às possíveis alergias que os filhos possam ter a ingredientes do chocolate. Aqueles que têm intolerância à lactose, por exemplo, podem procurar ovos de chocolate amargo e meio amargo.

Os diabéticos podem recorrer aos chocolates diet. “Mas o consumo deve ser bem moderado porque ele tem uma quantidade de gordura maior do que o ovo de chocolate tradicional”, alerta. Crianças com diabetes tipo 1 devem ter uma atenção redobrada. A terapia de contagem de carboidratos permite a ingestão de açúcar, mas a pessoa tem que ser treinada pelo médico ou de preferência por uma nutricionista especializada no assunto. “O excesso de açúcar do chocolate em diabéticos tipo 1 pode induzir a um quadro conhecido como cetoacidose diabética, com altíssimas taxas de glicemia, desidratação e até eventual necessidade de internação”, diz.

O especialista lembra que o diagnóstico do diabetes é feito através da medida da glicose do sangue. Os valores diagnósticos estabelecidos pela American Diabetes Association (ADA) são:

Normal: glicemia de jejum entre 70 mg/dl e 99mg/dl e <140mg/dl, 2 horas após sobrecarga de glicose (teste de tolerância à glicose).

Glicemia de jejum alterada: glicemia de jejum entre 100 a 125mg/dl.

Intolerância à glicose: glicemia entre 140 mg/dl e 200mg/dl, 2 horas após sobrecarga de glicose (teste de tolerância à glicose).

Diabetes: 2 amostras colhidas em dias diferentes com resultado igual ou acima de 126mg/dl ou quando a glicemia feita a qualquer hora, estiver igual ou acima de 200mg/dl na presença de sintomas.

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    E aee Gustavo Woltmann! O que diz sobre isso?

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