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Insegurança nos relacionamentos: Veja Como Vencê-la.

Vencendo o Que nos Torna Inseguros em uma Relaçãorp_relacionamento-feliz.jpg

Geralmente nossa insegurança se desenvolve na infância ou na adolescência. Algumas crianças percebem seus pais como “inconsistentemente disponíveis”, o que as aflige (compreensível, as crianças precisam dos seus protetores físicos e psicológicos para a sua sobrevivência).

Ao longo do tempo, elas desenvolvem um comportamento característico de sentirem-se necessitadas de aprovação, atenção demasiada e precisando dos outros para conseguirem se sentir seguras e felizes.

Mais tarde essas crianças tornam-se adultos inseguros acreditando que precisam ganhar a aprovação, apoio e a atenção dos outros continuamente porque sentem-se essencialmente falhos. Eles acreditam não serem bons o suficiente e no fundo não se sentem merecedores de extrema felicidade nos relacionamentos amorosos.

Naturalmente, essas crenças afetam negativamente seus relacionamentos ao longo da vida. Uma pessoa insegura geralmente é muito autocrítica e regularmente não sente amor próprio. Percebe-se com uma pessoa “feia” e está sempre fazendo comparações desfavoráveis com outras pessoas. Podemos afirmar que o fator decisivo para a perda de interesse e de atração por parte da outra pessoa na relação é a insegurança do seu parceiro(a).

A boa notícia é que a insegurança não é permanente. Com consciência e um bom trabalho de autoestima, você pode construir relacionamentos saudáveis, estimulantes e realmente ser feliz numa vida a dois.

Abaixo você verá apenas alguns dos sintomas mais comuns característicos da insegurança e o que você pode fazer para se tornar uma pessoa mais autoconsciente e segura.

 

Uma pessoa insegura age da seguinte maneira:

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  • Sente a necessidade contínua de ganhar a atenção ou aprovação da outra pessoa sendo uma pessoa excessivamente “agradável”.
  • Sente que a outra pessoa é mais bonita, portanto superior.
  • Sente a necessidade contínua de ganhar a atenção ou aprovação da outra pessoa através de bens materiais.
  • Necessita de validação constante (“você me ama?”, “você me acha bonito(a)/inteligente?”, “fiz isso bem?” e entre outras).
  • Sente a necessidade continua de demonstrar poder aquisitivo na tentativa de “conquistar” a pessoa de interesse.
  • Sempre tenta agradar a outra pessoa sem se importar muito com seus próprios sentimentos, necessidades ou desejos.
  • Seu humor depende da outra pessoa.
  • Pensa constantemente que a outra pessoa está lhe traindo.
  • Sente que a outra pessoa é o “centro do seu universo”.
  • Está sempre criticando a outra pessoa pelo que ela faz ou deixa de fazer.
  • Zanga-se ou magoa-se com facilidade em relação ao que a outra pessoa faz ou deixa de fazer.
  • Sempre faz algo para outra pessoa com altíssimas expectativas de retorno e quando isso não acontece, se irrita ou se magoa.
  • Dificuldade em ficar só.
  • dificuldade em desprender-se do\da ex.
  • Teme a rejeição ou o abandonado.
  • Pensa, ou talvez até acuse a outra pessoa de ainda amar o seu\sua ex.
  • Sente-se facilmente emocionalmente sobrecarregado(a) e necessitando da outra pessoa para se acalmar.
  • Sente-se perdido(a) na relação porque não sente que está expressando genuinamente que você é.
  • Geralmente escolhe parceiras(os) “que estão um pouco distantes.” Isso coloca você na posição de ter que se esforçar para manter a relação e isso só perpetua a sua crença de que você não é bom\boa o suficiente.
  • Demonstra preocupações excessivas com a própria aparência quando está perto da outra pessoa.
  • Geralmente abandona “seu mundo para viver o mundo da outra pessoa”.
  • Tem medo de se machucar e por isso se fecha para futuros relacionamentos.
  • Se torna uma pessoa desorganizada com o seu tempo para se alinhar com a agenda da outra pessoa.
  • Perde o foco no que é importante no trabalho e se deixar distrair com pensamentos negativos em excesso sobre a situação ou fim da relação.
  • Demanda continuamente “perfeição” da relação e da outra pessoa na relação.
  • Tem ciúmes das amizades íntimas da outra pessoa.
  • Quando termina uma relação, imediatamente tenta buscar uma “salvação” em outra relação.
  • Quando termina uma relação só enxerga “defeitos” na outra parte. Em outras palavras, é sempre culpa da outra pessoa.
  • Sente-se uma pessoa vazia e se pressionar para “arrumar” alguém.
  • Sente-se insuficiente por não ter um “amor”.
  • Sente a necessidade constante de “compartilhar” tudo que acontece com o casal nas redes sociais.
  • Sente a necessidade de mostrar as pessoas a sua volta que “são um casal feliz”.
  • Abre mão dos seus hobbies ou interesses próprios para poder estar com a pessoa amada.
  • Desestabiliza-se facilmente quando a outra pessoa demora muito tempo a responder suas mensagens ou ligações.

 

O começo do fim da Insegurança

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A autoconsciência desses pontos é fundamental para termos relacionamentos mais saudáveis e estimulantes. Temos que ganhar mais consciência de como nos comportamos nos nossos relacionamentos ou nas “tentativas” de nos relacionar. Você pode começar prestando a atenção nas seguintes variáveis:

Sensações: Como você se sente em seu corpo? Tornar-se consciente de suas sensações corporais pode revelar como você está se sentindo e o que você está pensando sobre a pessoa e a relação.

Pensamentos: Quais são seus pensamentos persistentes sobre você e seu\sua parceiro(a)? Concentre-se em como seus pensamentos afetam suas emoções e sensações.

Emoções: Com que emoções você luta contra? É importante que seja específico(a). Em vez de dizer “Estou chateado(a)”, rotular suas emoções como “triste”, “magoado(a)”, “zangado(a)” ou “culpado(a).” Faça uma lista dos pensamentos  negativos que lhe incomodam no momento do desconforto. Questione-os. É verdade? Tem certeza absoluta que esse pensamento lhe aponta um fato? Lembre-se que pensamentos e emoções não são fatos. Eles são bem convincentes, mas raramente são fatos. Esteja sempre aberto(a) a questionar seus pensamentos automáticos. Todas nossas emoções são resultados dos pensamentos e convicções sobre nossa situação ou problema. Portanto, as emoções nunca são a causa, são sempre os efeitos decorrentes dos nossos pensamentos não questionados. Byron Katie, a Americana escritora de vários livros sobre emoções e conhecida mundialmente sempre diz que “uma mente não questionada é uma mente doente”. Na minha humilde opinião, ela foi perfeita nesta colocação.

Padrões: Como você repete padrões semelhantes em diferentes relacionamentos ou em certos relacionamentos ao longo da sua vida? Como esses padrões refletem suas experiências internas e suas crenças sobre você e sua disponibilidade emocional para os outros?

O Antídoto Para A Insegurança Nos Relacionamentos

A Autoestima é a chave para fazer essa transformação. Uma vez que você provavelmente está acostumado(a) a ser extremamente autocrítico(a), aproxime-se de você da mesma maneira que você se aproxima de um(a) amigo(a) ou uma criança que está lutando por estar solitária, se sentindo triste e carente. Cuide de você como se cuidasse eu um filho ou uma filha. Tenha compaixão por ti mesmo(a). Thich Nhat Hanh, um grande mestre Zen e autor de mais de 100 livros sobre paz interior e felicidade plena afirma que “Se sua compaixão não inclui você, então ela não é completa”.

Com compaixão, autoconsciência e autoestima, você será capaz de nutrir um sentimento mais bonito por você, se sentir muito mais vibrante energeticamente, psicologicamente, emocionalmente e fisicamente.  Essa é a melhor e mais segura maneira de se conectar com outras pessoas.

 

Fique com DEUS!
Estamos juntos nesta caminhada!
Melhor Amiga

 

 

Anderson Maia
Anderson Maia é Consultor Especialista em PERFORMANCE EMOCIONAL. Ajuda Empreendedores e Executivos a Terem AUTOCONFIANÇA DEFINITIVA Para BRILHAR nos Negócios e Nos Relacionamentos.
http://seniorcoaching.net
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