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Compulsão pela beleza

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Qual mulher não corre o risco de sentir-se ligeiramente gorda, flácida ou com a pele ressecada enquanto folheia uma revista, assiste TV ou anda pelas ruas e cruza com pessoas mais novas? O desejo da beleza, muitas vezes, leva à formação de uma imagem de perfeição – ideal e virtual – que permeia o inconsciente feminino e alimenta o desejo de ser uma mulher lindamente poderosa. O problema, entretanto, não é querer ser uma pessoa mais bonita e bem cuidada, mas permitir que essa aspiração promova a perda da noção das possibilidades do ‘ser diferente’, supervalorização dos padrões e rejeição de si mesma.

“A quantidade de possibilidades estéticas para arrumar o ‘feio’ cresce a cada dia, propagando a mensagem de que realmente tem algo de errado e as mulheres devem se ‘consertar’. Pode surgir, ainda, entre algumas, mulheres, um padrão desenfreado de compulsão por tratamentos de beleza e cirurgias plásticas. Vamos encontrar mulheres que perdem o poder de escolher o rumo da própria vida”, analisa Luciane Gerodetti, terapeuta floral, formada em Psicologia e criadora do sistema Essências Florais Brasil – Chapada Diamantina.

Para a especialista, na compulsão pela beleza, a mulher deve se perguntar: “Se eu fizer todos os tratamentos estéticos possíveis e ficar linda, perfeita, maravilhosa, o que realmente muda em minha vida?” “Que medo de rejeição tenho nutrido com esse sentimento?”

Um percentual de vaidade e auto-estima é fundamental para o desenvolvimento social e psicológico. Mas, a obrigação de ser bela, estonteante, está relacionada à eterna insatisfação consigo mesma, a eterna crença “Não estou boa ou bonita o suficiente”, o que desencadeia a ansiedade. Por outro lado, essa mulher pode se perguntar: “Quais as qualidades e características que tenho, as quais ainda não reconheci, e que me tornam uma pessoa aceitável, digna de amor, merecedora de amor?”

Investir no auto-conhecimento, seja sozinha ou com o apoio de um psicólogo, torna-se um processo relevante. “A compulsão por beleza também mostra uma mulher muito focada no visual. É interessante trabalhar a cinestesia, como, por exemplo, sentir a água descendo pela garganta, sentir o toque do tecido da roupa na pele – sentir, sentir, sentir”, completa Luciane.

Para acompanhar esse processo, a terapeuta floral Luciane recomenda o uso alternado dos compostos florais Amaflor e Giraflor, respectivamente, o primeiro para fortalecer auto-estima, criatividade, poder pessoal e o segundo para gerar mudanças e romper ciclos viciosos.

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