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Estranha dieta de Michael Jackson, saiba quais foram suas ultimas refeições

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Kai Chase, Grace Rwaramba e Raimunda Vila Real. Três cozinheiras de personalidades distintas e desconhecidas da grande maioria, porém com uma experiência em comum: elas pilotaram, durante anos, a cozinha de um dos maiores mitos da música pop, Michael Jackson. Após um ano sem o astro, vítima de uma parada cardíaca aos 50 anos, o Gastronomia & Negócios vasculha o mundo gastronômico do rei, se depara com uma alimentação desequilibrada e traz à tona confissões de seus ex-chefs que podem apimentar ainda mais a misteriosa morte do cantor.

Michael tinha uma alimentação totalmente errada, segundo notícia divulgada pelo site “E!”. De acordo ainda com o veículo, o rei do pop não se alimentava corretamente. E a chefe de enfermagem do astro, Cherilyn Lee, responsável por suas últimas refeições, chegou a revelar o cardápio: “Jackson se recusava a comer direito. Ele só consumia Trail Mix (uma espécie de granola com confeitos) e suco. Uma vez por mês, almoçava frango frito”. Sem dúvida, este tipo de alimentos teria deixado Michael cada vez mais fraco e propenso às doenças.

Bem perto de Hollywood, nos Estados Unidos, vive a brasileira Raimunda Vila Real, outra ex-funcionária que tinha lugar cativo no coração de Michael Jackson. A história dela com o cantor iniciou-se nos anos 80, quando começou a cozinhar para ele. Em entrevistas, Dona Remy, como é chamada, contou que tratava o cantor como um bebê e tinha que soltar historinhas para que ele comesse o prato inteiro. Quando ele estava com fome, a cozinheira disse que fazia panquecas de vegetais e feijão preto. “Mas, o seu prato predileto era melância”, se recorda a brasileira.

Ao longo de quase duas décadas de convivência, Dona Remy testemunhou como era frágil a saúde de Jackson. “Ele estava cancelando uns quatro concertos, porque não tinha forças nas pernas”, confessou em entrevistas. Tão perto do artista, a cozinheira não teve como não perceber a tristeza e a depressão que tomavam conta da personalidade do rei.

Em 2009, um jornal inglês publicou uma entrevista bombástica com a babá dos três filhos de Michael jackson. Grace Rwaramba, nascida em Ruanda, revelou detalhes dos 17 anos em que trabalhou para o astro. No texto, ela soltou que ele era viciado em uma mistura de remédios e que, no dia seguinte à tragédia, a mãe do cantor ligou para saber onde o filho escondia dinheiro em casa. Estranho não?!

Para piorar ainda mais o caso, no dia da morte do artista, em 25 de junho, a então chef da casa, Kai Chase, contou, em reportagens, como teriam sido os últimos momentos do astro. Cozinheira profissional contratada por Michael Jackson para criar uma “dieta saudável”, Kai lembra que, na ocasião, ela preparava o almoço, quando o Dr. Murray, indiciado pela morte do cantor, desceu as escadas correndo e gritando: “Cadê o Prince? (filho mais velho de Jackson)”.

Pouco tempo depois, ela percebeu o clima tenso e o desespero dos filhos de Michael. Por volta das 13h30, seguranças e outros empregados começaram a deixar o imóvel, porque “o Sr. Jackson foi levado para o hospital”. Quando ele saiu, disse ela, havia ambulâncias no pátio e uma multidão de pessoas na frente da casa.

Kai Chase já cozinhou para outras celebridades e foi contratada por Michael, em março de 2009. A personal chef revelou que preparava pratos para a família e por vezes, para Murray. Acrescentou que servia, para o café de Jackson, suco de frutas e granola com amêndoas ao leite. Para almoçar, o cantor petiscava saladas, frango e espinafre.

Depois de semanas preparando alimentação saudável, ela chegou a escrever um bilhete para Jackson com uma sugestão: “Nos pratos, aos sábados, eu poderia fazer um churrasco de frango e milho cozido, comida mexicana, ou talvez ‘soul food’ (comida típica do sul dos Estados Unidos)”. Jackson teria amado a idéia, mas que, em razão da proximidade da data do início de sua turnê em Londres, sua alimentação teria que ser saudável, sete dias por semana. Ele disse: “Eu sou um dançarino e não posso comer alimentos que possam me causar cólicas enquanto danço”.

Chase disse também que nunca viu sinais de que Jackson usava drogas. A única extravagância, de acordo com ela, eram os tubos de oxigênio. Normalmente na parte da manhã, o Dr Murray descia as escadas com um em cada mão.

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