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Estrias no bumbum

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Ah, as polêmicas estrias. Essas horrorosas lesões na pele, que atacam as mais variadas regiões do corpo, deixando-o indiscretamente marcado, parecem mesmo ser invencíveis. Provocadas pela ruptura das fibras de colágeno e elastina, responsáveis pela tarefa de sustentar e dar elasticidade à pele, elas estão entre os problemas estéticos mais freqüentes entre mulheres de todas as idades, que buscam soluções diversas para acabar com elas – ou pelo menos escondê-las.

Nas clínicas de estética e consultórios médicos, há tratamentos para todos os gostos: de peelings a raio laser. Mas será que eles realmente funcionam? Terão eles, por mais poderosos que sejam, os mesmos efeitos sobre todos os tipos de estrias? O Bolsa de Mulher resolveu investigar algumas dúvidas de nossas leitoras e foi atrás das melhores formas de combater essas marquinhas inconvenientes.

Para começo de conversa, pare e confira: de que cor são as suas estrias? Se elas ainda estão avermelhadas, bom sinal. É nessa fase que os tratamentos são mais eficazes, pois elas ainda estão no estágio inicial. Se já estiverem brancas, a coisa fica mais complicada: em estágio avançado, é muito mais difícil se ver livre delas. Porém, em ambos os casos, o melhor caminho é visitar o consultório de um dermatologista. “O tratamento de estrias é direcionado de acordo com o tipo, a largura e a extensão da estria. Elas variam de pessoa para pessoa. Dependendo do caso, são feitos tratamentos combinados, com técnicas simultâneas, para obter o melhor resultado”, explica a dermatologista Karla Assed.

Na gravidez, período em que as estrias se potencializam, o melhor é evitar qualquer tratamento que venha a agredir a pele. A melhor tática a ser adotada é a da prevenção. Durante os nove meses de gestação, o ideal é hidratar bastante os seios, bumbum e braços com cremes à base de colágeno e elastina. Por serem sensíveis, os mamilos ficam de fora desse processo, pois correm o risco de ficarem muito finos e acabarem rachando durante a amamentação. Controlar o peso, para evitar que novas fibras de colágeno se rompam, através de uma dieta equilibrada e exercícios físicos, também são uma excelente alternativa, relata o site Bolsa de mulher.

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