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Atividade Física para portadores de Síndrome de Down

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A Síndrome de Down é uma alteração genética que acomete 1 a cada 800 nascimentos e é a mais comum das alterações genéticas. Os portadores da síndrome, no entanto, tem conseguido levar vidas cada vez menos conturbadas e fora dos padrões. Isso inclui o fato de passarem a frequentar escolas regulares, cursam universidades e praticam exercícios físicos. Mas mesmo com todos esses fatos, a saúde de quem tem Down requer cuidados especiais.

A Síndrome de Down tem algumas características diretamente relacionadas ao tipo adequado de exercício físico para cada pessoa, como cardiopatias congênitas, problemas respiratórios, instabilidade entre a 1ª e 2ª vértebras cervicais, hipotireoidismo, distúrbios de visão e hipotonia, que é a diminuição do tônus muscular.

Tais condições não são fatores impeditivos para a prática de atividades físicas, pelo contrário, tal prática pode ajudar no tratamento de problemas associados à Síndrome de Down e fazer parte do trabalho interdisciplinar que deve ser realizado para estimular as o desenvolvimento psicomotor dessas pessoas, portanto, tal trabalho deve ser feito por uma equipe qualificada, formada por médicos, fisioterapeutas e profissionais de educação física especializados.

A B-Active, academia que tem como principal segmento a Medicina Esportiva, oferece serviços especializados para pessoas com Síndrome de Down. As atividades são desenvolvidas e coordenadas por médicos, nutricionistas, fisioterapeutas e professores de educação física pós-graduados em fisiologia do exercício. Dr. Benjamin Apter, especialista em Medicina Esportiva, Fisiologia do Exercício e diretor da Academia B-Active, explica que o fortalecimento muscular supervisionado é muito importante para a estabilização da coluna vertebral, para as articulações e para a boa postura, além de melhorar a composição corporal diminuindo as regiões com gordura localizada e aumentando a massa magra.

Embora deva haver estímulo para a prática de exercícios em grupo, é preciso que as atividades sejam personalizadas, para evitar danos ou agravamento de condições anteriores à prática de atividades físicas aos portadores da Síndrome de Down.

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