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Mulheres ansiosas ganham peso com mais facilidade

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Tratar e controlar a ansiedade são boas maneiras para aumentar a qualidade de vida e ainda perder peso.

A ansiedade é o principal vilão daqueles que querem perder peso e ter uma vida saudável. Esse distúrbio, bastante comum entre as mulheres, gera inquietação e angústia, sentimentos que podem ocasionar alterações na alimentação, como comer exageradamente. Para reverter esse quadro, a alternativa mais indicada é inserir atividades físicas na rotina.

A relação entre a ansiedade e a ingestão excessiva de alimentos é simples: comer é prazeroso e pode aliviar certas angustias momentaneamente. Isso por que, a ingestão de alimentos ricos em açúcares e carboidratos (massas, chocolates e doces), por exemplo, libera endorfina no organismo, este, por sua vez, produz a sensação de bem-estar, regulando o estado de angústia e camuflando sentimentos como a ansiedade. O problema é que essa falsa impressão de prazer é passageira e viciante, o que pode causar o consumo excessivo de comida e até obesidade.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a ansiedade é um mal que afeta muito mais as mulheres do que os homens e se tornou um transtorno para mais de 10 milhões de brasileiros.

“A maior dificuldade é tratar e lidar com as consequências que o excesso de ansiedade pode causar. Comer de forma compulsiva é uma delas. Descontar os medos na comida não acaba com as aflições, ao contrário, pode resultar em sérios problemas de saúde”, afirma o endocrinologista Wanderley Amorim.

Para Amorim, o ideal é que a pessoa faça um tra¬tamento multidisciplinar. “Além de acompanhamento nutricional e psicológico, é importante praticar exercícios físicos, pois ajudam a gastar energia e colaboram na liberação de endorfina e serotonina, substâncias que causam sensação de prazer e inibem a ansiedade. Ou seja, ao invés de comer para enganar o organismo, o paciente cuidará da mente e do corpo, apenas se exercitando. E o melhor: emagrecerá com saúde.”

Esse foi o caso da mineira, Simone Diniz que, no auge da ansiedade, teve compulsão alimentar, síndrome do pânico e depressão. Cansada de tomar remédios, Simone decidiu, finalmente, fazer atividade física.

“Depois que comecei a malhar, minha vida mudou: elevei minha autoestima, obtive um crescimento profissional e passei a me relacionar melhor com meus familiares. Hoje, não tomo remédios e tenho uma alimentação equilibrada. Com isso, em 14 meses, perdi 20 kg e eliminei 8% de gordura”, completa a aluna da Curves Planalto Itapoã, em Belo Horizonte.

 

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