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Estresse e má alimentação desencadeiam obesidade e doenças crônicas

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Estresse, um dos vilões do aumento do peso corporal, assim como a má alimentação e o sedentarismo.

O Dia Nacional de Combate ao Estresse – 23 de setembro-, serve de alerta para a população que vive correndo contra o relógio, seja por conta de inúmeras reuniões, tarefas, metas a serem cumpridas no ambiente de trabalho, ou pelo excesso de compromissos e atividades na vida pessoal. “Em uma rotina marcada pelo estresse, dificilmente a pessoa realiza refeições balanceadas exatamente pela suposta falta de tempo, sendo normalmente privilegiada a escolha de um cardápio em que há excesso de alimentos de preparo rápido como os industrializados, ou aqueles que possuem muita gordura, açúcar, cafeína e calorias”, afirma Camila Cavichioli, nutricionista da Clínica Dr. José Bento. Esta preferência por refeições rápidas e de baixo conteúdo nutricional além contribuir para o sobrepeso, pode também estar associada a quadros de compulsão, incrementando o ganho de peso corpóreo. Uma alimentação inadequada, com desbalanço na composição nutricional, pode também determinar a ingestão de nutrientes essenciais em quantidades bem abaixo das recomendadas, provocando sintomas como fraqueza, desânimo e dificuldade de concentração, presentes também em quadros de estresse.

O Brasil apresentou um aumento dos índices de sobrepeso e obesidade da população, de acordo com a pesquisa VIGITEL (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônicos), realizada pelo Ministério da Saúde. A pesquisa revela que entre 2006 e 2010 os índices de sobrepeso das mulheres adultas aumentaram 5,8%, passando de 38,5% para 44,3%. Já entre os homens, o aumento foi de 4,9% no mesmo período, passando de 47,2% para 52,1%. Além disso, as taxas de obesidade também cresceram, sendo que atualmente, 15% da população é considerada obesa.

Uma alimentação equilibrada deve incluir os nutrientes de diversas fontes e de forma balanceada, nas quantidades adequadas, entretanto, a pesquisa Vigitel demonstra que mais da metade da população adulta, 56,4%, prefere consumir o leite integral ao invés das versões desnatadas e semi desnatadas, 34,2% comem carnes com excessos de gordura e 28,1% bebem refrigerantes regularmente (cinco vezes na semana). “O que se tem notado é que a população também apresenta um déficit de ingestão de frutas e hortaliças, alimentos fonte de vitaminas e minerais. Este padrão alimentar pode trazer prejuízos a longo prazo, pois além do aumento do peso corporal, a pessoa apresenta mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares, respiratórias e diabetes”, comenta a nutricionista Camila.

Quando não há a ingestão regular das necessidades diárias de vitaminas e minerais, é importante incrementar a dieta com um suplemento alimentar (Supradyn® Ativa, da Bayer HealthCare). Essa medida visa manter o aporte ideal de nutrientes essenciais, e, consequentemente, garantir o bom funcionamento do organismo.

 

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