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A importância do psicólogo na infertilidade

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A infertilidade pode ser algo traumático e difícil para homens e mulheres, pois muitos têm o sonho de ter um filho e não conseguem, mesmo não apresentando problemas físicos. A ansiedade, o medo e a pressão dos familiares e da sociedade interferem diretamente na questão emocional. Quando a pessoa descobre que é infértil acaba fazendo uma série de perguntas, como: O que eu tenho de errado? Por que, justamente, comigo? Por isso, muitas vezes, o acompanhamento psicológico é importante e visa auxiliar o casal a lidar com os anseios no decorrer do tratamento.

O fato é que a percepção de ser único neste momento se acentua, levando o paciente a um índice de estresse ainda maior. “Em muitos casos, as mulheres atravessam uma fase muito delicada após tentarem engravidar durante um ou dois anos e sem êxito. Além de ansiosa, ela é submetida a uma série de hormônios, o que pode agravar o quadro emocional”, declara Dra. Thais Domingues, especialista em reprodução humana do Grupo Huntington, um dos maiores centros de medicina reprodutiva do Brasil.

“Um psicólogo, por exemplo, irá se preocupar em conhecer a trajetória do casal desde a descoberta da infertilidade até o momento em que decidiu procurar ajuda e avaliar o nível de estresse de ambos”, explica Dra. Thais. Com esse tipo de suporte, pouco a pouco a ansiedade e o nervosismo dão lugar à compreensão e a futura mãe aceita, finalmente, que o tratamento é menos assustador do que parece.

O trabalho da psicologia com a reprodução assistida tem como proposta ajudar o casal a lidar e enfrentar esse momento de vida, onde a medicina já detém a maioria das respostas. Trata-se de uma terapia breve, com sessões individuais, em casal e/ou grupo, para ampliação dos conhecimentos sobre o assunto e de como lidar com ele de maneira mais segura e tranquila.

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