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Dificuldades alimentares na infância merecem atenção

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Falta de interesse pela comida afeta progresso cognitivo e pode comprometer o desenvolvimento e o crescimento natural das crianças.

É importante que o cardápio dos pequenos seja bem variado e completo, mas o que fazer quando eles simplesmente se recusam a comer? A criança picky eater, ou seletiva, costuma rejeitar certos tipos ou grupos de alimentos, de forma persistente, como parte de um hábito inadequado e associado a outros aspectos sensoriais como o paladar, tato e sensibilidade. Todas as crianças, usualmente, têm algum grau de seletividade e isto pode aparecer já nos primeiros anos de vida. No início pode parecer normal, entretanto é preciso prestar atenção para definir se o problema persiste e se é intenso, pois ele pode levar à deficiência nutricional.

Uma alternativa para combater o problema é inserir na dieta alimentos diferentes da rotina, ter bons exemplos familiares, ofertar alimentos repetidamente, e se necessário, complementos alimentares, que visam garantir a ingestão correta de macro e micronutrientes, até que a criança aprenda a se alimentar corretamente. Este complemento deve ser composto por uma fórmula equilibrada, que forneça energia, vitaminas e minerais, sem excessos e sem substituir refeições.

“Os pais devem ser persistentes ao ensinar hábitos saudáveis aos filhos. Uma sugestão é introduzir novos alimentos, tentar com que a criança prove as novas preparações e oferecê-los diversas vezes, até que o novo se torne habitual. Crianças seletivas devem ser educadas com paciência, estabelecendo-se limites para o horário de refeição e permitindo experimentações. Outra dica é cuidar da própria alimentação para que os pais sirvam como exemplo a seus filhos.”, ressalta o Dr. Mauro Fisberg, pediatra e nutrólogo do departamento de pediatria da Universidade Federal de São Paulo.

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