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A importância da Terapia de Reposição Hormonal (TRH)

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A Terapia de Reposição Hormonal vem aos poucos quebrando tabus. Mulheres que antes eram contra, conseguem ver e sentir os benefícios desse tratamento, que tem trazido de volta, todo o vigor e bem estar para a vida quando entra na menopausa.

Estudos recentes, de alcance mundial, revelam que a reposição hormonal é um eficaz tratamento para a manutenção da qualidade de vida da mulher. Infelizmente é fato que existe uma resistência às mudanças, mesmo que faça parte da evolução do homem. Em outras palavras, as pessoas envelhecem e seus órgãos envelhecem junto.

O corpo precisa de mais atenção para ter a mesma resposta da época da juventude. Então, é importante lembrar que repor o que falta não é excesso, é necessidade. Por influência da cultura geral, a mulher tinha medo de fazer terapia de reposição hormonal (TRH), trocava os alimentos tradicionais pelos que são feitos à base de soja e até iniciava ginástica para terceira idade.

Por experiência de duas décadas de consultório, as queixas eram sempre as mesmas: ondas de calor, um mal estar passageiro, frio a noite inteira, insônia, irritação, nervosismo, impaciência, queda de cabelo, unhas fracas, pele seca, cansaço, falha de memória, além da diminuição de libido.

Depois de todas as reclamações, o médico opta pela terapia de reposição hormonal e apresenta quais os medicamentos mais adequados para a paciente.

Cada caso é um caso e deve ser avaliado com cautela pelo especialista.

Hoje há vários tipos de tratamentos, como implantes hormonais, injeções trimestrais e medicamentos orais. Somente mulheres com histórico de câncer de mama, hipertensão severa, infarto, AVC (Acidente Vascular Cerebral) e trombose não devem fazer a reposição de estrogênio. Nestes casos, a ginecologista indica a terapia de reposição através de implantes de gestrinona (anti-estrogênico) e anti-progestogênico (apesar de ser feminino, se opõe à todos os hormônios femininos equivalente a testosterona do homem).

A TRH pode ser iniciada quando começarem a aparecer sintomas que traduzam uma queda hormonal, tanto do feminino como do masculino, em qualquer idade. O importante é poder viver com qualidade aos 40, 50 até os 80 anos.

Dra Denise Coimbra é ginecologista e obstetra.

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