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Brincadeiras escolares estímulam o aprendizado infantil

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Brincar e aprender: uma combinação que funciona

Não há fase da vida mais gostosa e livre de preocupações do que a infância. Marcada por brincadeiras, descontração, alegria, amiguinhos… Este período sempre deixa saudade para aqueles que já cresceram e guardam consigo apenas a lembrança de como é bom ser criança.

E se uma das coisas mais gostosas deste período são as brincadeiras que parecem não ter hora para acabar, porque não aplicá-las na rotina escolar dos pequenos de forma que eles possam aprender brincando? Para a Coordenadora Pedagógica do Colégio Itatiaia, Giseli Pegoraro, as atividades lúdicas são muito importantes para as crianças por permitirem o conhecimento de forma prazerosa. “A cada brincadeira, a criança está vivenciado o conceito a ser trabalhado. Muitas vezes esses conceitos são vivenciados de maneira concreta, o que facilita a assimilação do aprendizado”, relata.

A aplicação do lúdico na rotina escolar dos pequenos pode colocá-los em proximidade muito maior com o conteúdo dado em sala de aula e até mesmo com aquelas matérias que muitos não gostam nem de ouvir o nome, como a Matemática, mas que, se associada às atividades lúdicas, pode despertar a atração nas crianças.

Todavia, os professores que precisam produzir tal efeito em suas aulas necessitam saber de algumas recomendações na hora de ensinar de maneira mais prazerosa. “O educador precisa planejar suas aulas com antecedência, pois assim ele consegue despertar o interesse das crianças. Brincadeiras elaboradas de última hora não são aconselháveis. Com certeza uma atividade lúdica bem preparada pode levar uma criança a despertar o interesse e até gostar da matéria”, completa Giseli.

Em relação aos tipos de brincadeiras que um educador pode passar aos seus alunos, a Coordenadora afirma que, primeiramente, ele deverá conhecer bem a sua turma, pois se esta for agitada ele deverá estabelecer brincadeiras mais calmas, caso contrário, poderá agitar ainda mais seus alunos de modo que eles se desvinculem mais do interesse pelo aprendizado, contrariando o propósito do educador que é justamente elevar o interesse pela aula.

Mas é sempre importante ter a noção daquelas atividades que irão acelerar o raciocínio de uma criança. Para Giseli jogo da memória, dança de bambolês, identificação de formas geométricas, recontação de histórias, brincadeiras com números são alguns dos exemplos ideais para estimular o aprendizado.

Apesar de ser muito corriqueiro o fato de que na mesma sala de aula alguns alunos assimilem o conteúdo de modo muito mais rápido do que outros, o que se torna perceptível também nas brincadeiras escolares, Giseli diz ser importante que o educador desenvolva a mesma atividade lúdica diversas vezes com todos da turma dele. “Cabe ao educador estimular o grupo de uma maneira geral, mas ao perceber que determinado aluno possui mais dificuldade, ele passa a dar uma atenção especial até perceber que o pequeno assimilou o conteúdo”, diz a Coordenadora.

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