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Este tão temido medo de amar

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Por Margareth Signorelli

Por que a maioria das pessoas com o passar dos anos acaba desenvolvendo um terrível medo de amar? A resposta parece simples e clara: porque teve muitas decepções passadas e não quer que se repitam novamente.

Mas como pode um sentimento tão sublime pode estar ao lado do medo?

Quando amamos nos sentimos plenos e não conseguimos esconder, pois esse sentimento está demonstrado em nossa vitalidade e estampado em nosso rosto. Nos sentimos leves e o universo responde a esta sensação nos presenteando com dias lindos, pois é só o que nossos olhos conseguem ver.

Ao mesmo tempo, estamos entregues ao ser amado. Não quero dizer que o amor está ligado à perda da razão, apesar de acontecer com muitos. Quando digo entregues é no sentido de estarmos desnudos, de permitirmos ao outro conhecer nossos pensamentos mais íntimos. Nosso presente é o privilégio a esta pessoa que nos faz transbordar com o sentimento mais nobre que existe.

E onde se encaixa o medo? Sempre digo que o medo é um breque de mão e com ele seguem-se as crenças, “Ninguém nunca é feliz no amor”, “O amor sempre acaba”, “Não existe amor sincero”. Crenças irracionais que têm o poder de bloquear qualquer manifestação de felicidade ou prazer e afastar para longe alguém que tenha a pretensão de nos fazer sentir assim.

Se pararmos para pensar veremos que na verdade nosso medo se afastará e desaparecerá a partir do momento que desenvolvermos nossa capacidade de estarmos sós. Aprender a enorme diferença que existe entre solidão e solitude, este sentimento prazeroso que enche nosso coração de luz. Sabendo desenvolver a sabedoria de estar com você mesmo, você afastará este bicho papão do medo que o assombra com a escuridão da solidão.

Aprenda e aprecie estar ao lado do seu melhor companheiro, você mesmo, e assim poderá se libertar para amar e ser amado intensamente.

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