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Apesar de campanhas, camisinha ainda é tabu

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Para diretor da Preserv, uso do preservativo pode causar timidez no momento da relação sexual

Abril de 2013 – Mesmo que muitas coisas já tenham sido ditas sobre o uso de preservativos, ainda é alto o número de pessoas resistentes a fazerem da camisinha um hábito. Apesar dos esclarecimentos e campanhas, ainda há muitos tabus ao redor do tema. “A Preserv ainda se preocupa muito em alertar sobre as causas de uma relação desprotegida. É comum ouvirmos que muitos não usam por vergonha do parceiro, ou porque não gostam, e outros acham que vai incomodar”, disse Alfredo Maluf, diretor da Preserv, marca de preservativos que lançou no final do ano passado a campanha em redes sociais “Pratique Amor” (#pratiqueamor). “O amor está diretamente ligado ao uso de preservativos. Amar ao outro e a si mesmo é que deve estimular o indivíduo a se proteger”, afirma Alfredo.

Quando a decisão de usar camisinha parte da mulher, dificilmente o parceiro vai “deixar” a transa e as chances de se ter uma relação sexual com a proteção devida pode dobrar. Ou seja, grande parte do poder de decisão está nas mãos delas. “As mulheres são mais permissivas, se envolvem, vão para o relacionamento com uma condição emocional bastante alta, ficam mais fragilizadas e acabam não exigindo aquilo que é minimamente uma questão de saúde”, diz Alfredo. “Nos momentos de prazer não vale ter timidez, o que vale é estar seguro”.

Há 25 anos no mercado e pioneira no lançamento de preservativos de menor e maior diâmetro, a linha Preserv é a única a oferecer todos os tamanhos (P, M, G e GG). A Preserv ainda fomenta e participa de campanhas para estímulo e informação sobre o uso da camisinha, sempre com parcerias e distribuição de preservativos. “Queremos que todos pratiquem amor com segurança. E por mais que ainda seja tabu, não vamos nos cansar de passar essa mensagem”, diz Alfredo.

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